Mostrando postagens com marcador Seminário Integrador VIII. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Seminário Integrador VIII. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Experiências e aprendizagens com o blog

Com certeza as postagens do blog foram o maior desafio durante o curso.
Até a gora, na reta final do PEAD, ainda enfrento dificuldades em manter as postagens. 
Acredito que seu principal objetivo seja reconstruir e refletir sobre as aprendizagens nas interdisciplinas. 
Durante meu estágio criei um blog com minha turma, para que eles pudessem colocar suas reflexões sobre nosso projeto de leitura.
O resultado foi bastante significativo. Acredito que nosso blog foi uma importante ferramenta para o andamento do projeto e para que eu pudesse chegar em meu objetivo principal, que era tornar a leitura parte do cotidiano da turma.
O portfólio de aprendizagem é parte integrante dos processos de ensino e de
aprendizagem, uma relação teoria-prática e ação-reflexão.
Segundo Perrenoud (2005, p. 65), “A prática reflexiva é a relação com o mundo: ativa,
crítica e autônoma. Por isso depende mais da postura do que de uma competência
metodológica”. O portfólio de aprendizagem é um instrumento que propicia a reflexão da
prática.
Com certeza a experiência com o portfólio de aprendizagem (blog) foi uma das mais significativas durante o curso.


Postagem anterior: https://oliveiragessica.blogspot.com/2015/08/minha-experiencia-com-o-blogg-respeito.html

Referências:

PERRENOUT, Philippe. A Prática Reflexiva no Ofício de Professor: profissionalização e
razão pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2002.

Revistando a postagem: "Aprendizagens significativas do semestre"

Continuo acreditando que, nossa maior troca de experiências de dá nos encontros presenciais. Mas, no decorrer do curso, acredito que aprendemos muitas coisas.
Por ser um curso a distância, precisamos nos organizar com horários, ritmos, tecnologias e aprender que, mesmo sem o contato diário, a comunicação não para.
No início era muito complicado os trabalhos em grupo, pois cada colega trabalha em um lugar, moram em cidades diferentes e nos adaptarmos a fazer trabalhos em grupo em ead, também foi um desafio.
O homem apresenta diversas formas de interação social e com o meio. No permanente
processo de (re)construção do conhecimento e aprendizagem no qual o homem se encontra,
fatores biológicos, sociais, culturais e históricos intervêm na criação do sujeito, mas, sozinhos,
tais fatores não completam sua constituição. Vigotski (2001, p. 63) afirma que "o
comportamento do homem é formado por peculiaridades e condições biológicas e sociais do
seu crescimento". Isto denota que diversos fatores influenciam na construção do sujeito.
Com referência à educação, independente da modalidade, as relações sociais possuem
a interatividade presente, palavra que “[...] está nas vizinhanças semânticas das palavras ação,
agenciamento, correlação e cooperação, das quais empresta seus significados” (SANTAELLA,
2004, p. 153), e pode, portanto, ocorrer por várias formas, meios e recursos.
Nesta publicação que estou revisitando, falo do retrato da escola. Com certeza esta foi uma das atividades mais marcantes do curso, a partir deste momento passei a ver a educação e a escola onde trabalho de uma outra forma.
Passei a escutar mais os alunos, perceber as dificuldades de nosso dia a dia, enquanto educadores e também perceber a importância de nosso trabalho como professores.


Postagem anterior: https://oliveiragessica.blogspot.com/b/post-preview?token=APq4FmA16hoHmzTtGNJ0xMRt4Qnh-un7DrnJNdHg4TwR-I1wTVTFmEORtFNdh5u6nSDZBvTAr6kaZv-17g0o7lA5rEDi1255NMbD46yWOA6ziNGyjLglZqnIjaU3l3GQibdjR7wIRUie&postId=5137748806202582162&type=POST

Referências:

SANTAELLA, L. Navegar no ciberespaço: o perfil cognitivo do leitor imersivo. São Paulo: Palus,
2004.

VYGOTSKY, L. S. Psicologia pedagógica. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Educação Libertadora

Iniciei a postagem anterior com a seguinte frase:"A educação libertadora é aquela que concede diariamente, através do diálogo a possibilidade das pessoas cogitarem e agirem de forma a transformar suas vivências de forma autônoma. "

Continuo acreditando nesta frase e com o passar do tempo e as leituras realizadas durante o curso, além de refletir, procurei colocá-la em prática.
Acredito que a educação tem um papel importante na transformação da sociedade.
Para isso, é fundamental entender que o aluno - cidadão - é o agente principal do processo pedagógico, sem com isto desconsiderar o educador, que também deve aprender a ser sempre aluno, pois ambos ensinam e aprendem nos espaços de construção do conhecimento.

O foco central da educação libertadora de Freire é o combate acirrado à dominação e opressão dos “desprivilegiados”.


Acredito que meu papel de educadora é problematizar, incentivar a dúvida e a busca por respostas, por parte de meus alunos.


Referências:

FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Editora Paz e Terra. Rio de Janeiro, 1986.




Postagem anterior: https://oliveiragessica.blogspot.com/2015/06/a-educacao-libertadora-e-aquela-que.html

Crianças produto do consumo

Ninguém nasce consumista. Infelizmente, e com uma velocidade incrível, nossas crianças são bombardeadas diariamente com propagandas que fazem com que elas sintam necessidade de comprar compulsivamente. 
Nesse sentido, o consumismo infantil é uma questão urgente, de extrema importância e interesse geral.
De pais e educadores a agentes do mercado global, todos voltam os olhares para a infância − os primeiros preocupados com o futuro das crianças, já os últimos fazem crer que estão preocupados apenas com a ganância de seus negócios. Para o mercado, antes de tudo, a criança é um consumidor em formação, consumidor de hoje e do amanhã, e uma poderosa influência nos processos de escolha de produtos ou serviços.

Assim, mesmo a mídia proporcionando às crianças, jovens e adultos informações,
trazendo conhecimentos de culturas diversas, de saberes, de etnias que fazem parte do nosso mundo
se faz necessário percebê-la com um olhar cuidadoso para que essa não devore a infância
contemporânea. 


Pode-se observar que mudanças precisam ser feitas nas propostas curriculares das
escolas, para que as crianças e os jovens não se tornem marionetes da mídia e que se possam
estudar na escola as imagens ofertadas, desvendá-las se faz urgente e necessário para que não sejam

uma fonte de manipulação que dita o modo de ser da criança.





Postagem anterior: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4737818042624162114#editor/target=post;postID=1811489355656885946;onPublishedMenu=allposts;onClosedMenu=allposts;postNum=95;src=postname

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Reflexão crítica da realidade

É através do diálogo que podemos interpretar o mundo conforme o vemos, podemos questionar a sociedade e repensar nossa forma de ser contribuindo para a transformação do meio onde estamos inseridos.
Quando proporcionamos a nossos alunos novas visões de mundo através da literatura a resposta e quase imediata. Ver a felicidade em seus olhos diante do novo é gratificante
Em Pedagogia do oprimido, Freire (1993) diz que: “para uma educação educadora o diálogo tem papel fundamental e é através dele que demostramos nossa visão de mundo e nos inserimos socialmente”.
A reflexão crítica através do diálogo levará os educandos a reconhecerem as ideologias, a perceberem o caráter histórico e mutável das relações sociais e, portanto, assumirem-se como sujeitos na construção de si mesmos e da realidade.
“Ler o mundo” significa ler os signos, as coisas que fazem parte da sua vida  ou seja dar um sentido a tudo que esta a sua volta.  Nós enquanto educadores não podemos nos omitir de fazermos a nossa leitura do mundo, e assim demonstrando que existem diversas maneiras possíveis de se ler o mundo. 
Durante o período de meus estágio, percebi o quanto é importante mostrar aos alunos as diferentes possibilidades, mostrar-lhes o mundo......
Esta reflexão só foi possível após as leituras das interdisciplinas, principalmente, neste caso, a de Educação de Jovens e Adultos. Quando estamos dando aulas a um adulto, percebemos o quão importante e trazer seu cotidiano, sua "visão de munda", para a sala de aula. Muitos desistem da escola por não se verem nela, por não se sentirem parte deste processo. Acredito, e lendo Freire corroboro minha convicção, de que o diálogo e o ouvir, são ferramentas importantes em nossa prática pedagógica. 

Postagem anterior: https://oliveiragessica.blogspot.com/b/post-preview?token=APq4FmDA2Ns4-233osme6FF9dyRLIVZTiTSgC3wEzbJPWzR_KrmylwoMOD2AATk-R8gS3q9hrQE9L2Nvt_55wnIBKGAXoyPjMcfqCLlI4nXggSXPu9bitbAHPa4Gily1VUxlo-YBOTQ5&postId=4999572650202810804&type=POST 

Referência: 
FREIRE, Paulo, Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra. 1993.

Escola Democrática - Novas reflexões

A escola como a percebemos é uma construção social, e como tal deve ser analisada a partir do contexto que está inserida. Portanto, acredito que, conhecer os “arredores” desta escola nos auxilia a entender seu interior.
Enquanto instituição, a escola continua pressa ao formato de sua inauguração, classes enfileiradas, conteúdos engessados, sequências cronológicas que por vezes não possuem ligações com o cotidiano dos frequentadores desta escola, ou seja, os educandos. Na grande maioria das vezes, a instituição escolar, que usa como modelo as escolas do século XVII, quer “ensinar” um aluno do século XXI. O choque de perspectivas é gigantesco.
Então, como vamos conseguir fazer com que escola, aluno e professores tenham os mesmos interesses, objetivos e anseios? Já vou logo dizendo que, não tenho as respostas, mas, a partir de meus estudos e analises desde que iniciei na Pedagogia, acredito conseguir enumerar algumas ideias, que talvez se postas em prática, possam auxiliar nesse novo modelo de escola que tanto se fala e tanto se busca.
Creio que o primeiro ponto a se considerar é o conceito de escola democrática. Trabalho em um município onde pude acompanhar a implementação da Gestão Democrática, contudo, apenas escolher quem será a equipe diretiva de uma escola, não é suficiente para de fato chamarmos uma escola de democrática.
Como bem coloca Tosto (2001) “uma escola democrática é uma escola que se baseia em princípios democráticos, em especial na democracia participativa, dando direitos de participação iguais para estudantes, professores e funcionários”. E esse talvez seja o mais difícil de alcançar. Não só porque não se tem oportunidade de expor suas ideias, mas também porque, muitas vezes, estamos tão habituados a “não participar” que o simples fato de levantar em uma reunião pedagógica e dizer ao colega “não concordo com você”, se torna um exercício por vezes deixado de lado.
Para efetivamente podermos chamar uma escola de democrática, devemos incentivar nossos educandos, desde sempre, a serem participativos, críticos, nós educadores devemos nos mostrar democráticos. Colocar nosso aluno como centro das ações da escola, e não somente de sua turma. A comunidade escolar deve entender que a escola é de todos, todos tem sua participação.
Acompanhei a implementação da Gestão Democrática no município onde trabalho. Ainda hoje, passadas duas eleições, a participação da comunidade escolar ainda não é significativa, mas acredito estarmos no caminho certo.








TOSTO, Rosanei. Escolas Democráticas Utopias ou Realidade. Revista Pandora Brasil, ISSN 2175-3318. V.4.2001. Disponível em: http://docplayer.com.br/7270548-Escolas-democraticas-utopia-ou-realidade.html




Como percebo a escola hoje!!

              Com a aproximação da conclusão do curso várias situações me vem à mente. Penso nas aprendizagens que adquiri ao longo do curso e principalmente no porque de ter voltado a faculdade depois de já ter concluído uma graduação.
Quando penso no porque, às vezes acredito que verdadeiramente entendi essa necessidade de voltar à faculdade somente quando ingressei no curso e me deparei com situações novas. O passo inicial foi em busca de uma formação específica, mas hoje vejo que consegui muito mais do que vim buscar e que hoje tenho muitas outras dúvidas que antes não tinha o que no meu entendimento é ótimo, pois, são as dúvidas que nos movem a sempre buscar o melhor.
Acredito numa mudança no ensino e talvez por isso também tenha voltado à universidade, pois, acredito que esta mudança deve começar de algum lugar e se, governos e instituições não a iniciam, resolvi começar por mim mesma.
A escola de hoje continua organizada, tanto estruturalmente como pedagogicamente, nos mesmo moldes de sua instituição no século XVII. Neste ponto inicia nosso desafio enquanto educadores, como fazer uma escola do século XVII ser atrativa para o aluno do século XXI?
Muitas escolas estão tentando aliar a tecnologia a seu cotidiano escolar. Acredito que a tecnologia aliada a educação será uma forma de despertar o interesse do aluno, de motivá-lo a aprender. Cada vez mais a tecnologia faz parte de nosso cotidiano, não há como ignorar, então, a escola enquanto construção social que reflete os anseios da sociedade a qual está inserida deve trazer para dentro de seus muros esta tecnologia já tão comum entre seus alunos.
Sendo assim, como fazer para que escola, professores, pais, alunos e comunidade escolar tenham os mesmos objetivos e anseios?
Penso que a primeira etapa a ser reformulada é o planejamento. “Planejar é a constante busca de aliar “pra quê” com o “como”, através do qual a observação criteriosa e investigativa torna-se, também, elemento indissociável do processo”. (XAVIER, 2011), o planejamento deve ser voltado a uma reflexão sobre o que está sendo proposto ao aluno e como estamos fazendo isso. Acredito que um planejamento integrado seja o ideal, para que nosso educando tenha a noção do todo e não apenas de partes, o conhecimento não deve ser compartimentado. 
A aprendizagem é um processo dinâmico e só se dá quando o educando se apropria dela, quando ele se vê agente deste processo. Como bem coloca Hara: “Quando aceitamos que o homem seja sujeito na compreensão do mundo, aceitamos que também o seja na construção do seu conhecimento”(1988).
Com a conclusão do curso percebi que nada está terminado. Estamos em processo de constante aprendizado e essa necessidade de sempre buscar novos conhecimentos deve nos acompanhar em todos os dias de nossas vidas. 


Postagem anterior: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4737818042624162114#editor/target=post;postID=5075756773752308745;onPublishedMenu=allposts;onClosedMenu=allposts;postNum=57;src=postname

Referências:

HARA, Regina. Alfabetização de Adultos: Ainda um Desafio. Cedi - Centro Ecumênico de Documentação e Informação, São Paulo, p.26-34, 1988. Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.abong.org.br/bitstream/handle/11465/1685/19.pdf?sequence=1&isAllowed=y>. Acesso em: 01 out. 2017

XAVIER, Maria Luisa M.; ZEN, Maria Isabel T. dalla. Planejamento em Destaque: Análises menos convencionais. 4. ed. Porto Alegre: Mediação, 2011.




sábado, 17 de novembro de 2018

Revisitando minhas concepções sobre alfabetização

Os processos de ensino e de aquisição da capacidade de leitura e de escrita são bastante complexos, pois deve orientar cada criança a partir de seu ritmo e com a utilização de teorias e métodos que se complementam progressivamente. Não há um método mais eficiente, e sim, ações docentes que lançam mão de conjunto de procedimentos teóricos e práticos.
O tempo necessário para se alfabetizar ou estar alfabetizado é um processo cognitivo e linguístico continuo sem momentos definíveis de inicio e término.
Quando iniciei no Pead, organizava as aulas para meus alunos de alfabetização, quase que intuitivamente pois, não possuía a teoria necessária para embasar minhas aulas. 
No decorrer do curso percebi que muito do que fazia era embasado teoricamente e tomei ciência de muitos outros processos que desconhecia. Como por exemplo a consciência fonológica. 
Possibilita a tomada de consciência pelos educandos da construção de suas habilidades de leitura e escrita. Seu desenvolvimento e utilização para realizar operações cognitivas permite a construção de hipóteses sobre a aquisição da linguagem. Para Alves (2012, p.31): “A consciência fonológica envolve um entendimento deliberado acerca dos diversos modos como a língua oral pode ser dividida em componentes menores e, então, manipulada”. Manipulada no sentido de produções cognitivas construtivas e conscientes relaizadas pelas pessoas em processo de aquisição da leitura e escrita. Permite o reconhecimento das palavras que terminam ou iniciam com o mesmo som. E também a possibilidade de construções com a manipulação das sílabas para a formação de novas palavras. Diversos processos cognitivos são estruturados com a inversão de sílabas, exclusão e segmentação testadas em atividades, que permitem a construção de hipóteses.
A produção escrita das crianças constitui uma finalidade fundamental, pois lhes possibilita a comunicação de seus pensamentos e ideias com os demais. É um dos objetivos básicos do ensino fundamental. É desenvolvida de maneira progressiva e acompanha o êxito escolar. Na composição dos textos estão intrínsecas as capacidades e dimensões psicológicas e sociais dos estudantes. Hoje percebo na produção textual de meus alunos muito de seus medos e sonhos,mesmo quando proponho um tema, a identidade de cada um é expressa no texto.
Assim podemos perceber que tanto o processo de alfabetização, com o desenvolvimento da consciência fonológica e da produção textual são construções progressivas e que contam a participação ativas das crianças. A evolução da cognição e a aprendizagem do sistema alfabético ocorrem concomitantemente não havendo a necessidade de separar estas duas dimensões da formação humana. 

Postagem anterior: https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4737818042624162114#editor/target=post;postID=3673895744346827907;onPublishedMenu=allposts;onClosedMenu=allposts;postNum=81;src=postname

Referências

ALVES, Ubiratã Kickhofel. O que é consciência fonológica. In: LAMPRECHT, Regina Ritter; BLANCODUTRA, Ana Paula et al. (Orgs.). Consciência dos sons da língua: subsídios teóricos e práticos para alfabetizadores, fonoaudiólogos e professores de língua inglesa. Porto Alegre: EDIPUCRS.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

A importância da literatura no processo de alfabetização


A literatura é uma ferramenta importante para ser utilizada em sala de aula, para  podermos conectar nosso aluno com o mundo ao seu redor, com seu cotidiano, com o que está posto, mas muitas vezes não é visto. Historicamente a literatura foi utilizada para moldar os cidadãos e encaixá-los no modelo de sociedade existente e hoje, com as reformas culturais e sociais em curso, tem-se utilizado as histórias infantis não só para incentivar o gosto pela leitura mas também para formar cidadãos críticos e conectados com o outro, o diferente.
Ao reler os textos da interdisciplina para organizar as atividades do estágio, percebi elementos importantes para serem incluídos no processo de ensino aprendizagem.
Trabalhar temas por vezes difíceis como preconceito, diferenças, quando utilizamos a literatura estas questões fluem mais facilmente.
Olhar o mundo através da literatura, desperta em nossos educandos o gosto pela leitura.
Pensando sobre este tema, noto que o trabalho envolvendo a literatura tornou-se uma prática corriqueira em minhas aulas, hoje consigo abordar este tema com muito mais propriedade.

Desafios da inclusão na escola contemporânea

Quando iniciou-se o processo de implantação da Educação Inclusiva nas escolas regulares, evidenciou-se as profundas transformações que se f...