domingo, 30 de junho de 2019
Relações étnico-raciais
As diferenças, mais do que dados da natureza, são construções sociais, culturais, políticas e identitárias. Aprendemos, desde criança, a olhar, identificar e reconhecer a diversidade cultural e humana. Contudo, como estamos imersos em relações de poder e de dominação política e cultural, nem sempre percebemos que aprendemos a classificar não somente como uma forma de organizar a vida social, mas também como uma maneira de ver as diferenças e as semelhanças de forma hierarquizada e dicotômica: perfeições e imperfeições, beleza e feiúra, inferiores e superiores. Esse olhar e essa forma de racionalidade precisam ser superados.
A escola tem papel importante a cumprir nesse debate. E é nesse contexto que se insere a alteração da LDB, ou seja, a Lei nº 10.639/03. Uma das formas de interferir pedagogicamente na construção de uma pedagogia da diversidade e garantir o direito à educação é saber mais sobre a história e a cultura africanas e afro-brasileiras. Esse entendimento poderá nos ajudar a superar opiniões preconceituosas sobre os negros, a África, a diáspora; a denunciar o racismo e a discriminação racial e a implementar ações afirmativas, rompendo com o mito da democracia racial.
Postagem anterior: https://oliveiragessica.blogspot.com/2017/12/conhecendo-novas-realidades.html
Literatura Infantil em sala de aula
A leitura é um dos meios pelo qual se obtém conhecimento das mais diversas áreas facilitando então, a argumentação e vocabulário para a produção de um texto oral ou também escrito.
A escola tem grande parcela de responsabilidade para com o incentivo à leitura, pois promove o hábito nas crianças, estas irão crescer sabendo que a leitura enriquece o conhecimento e da grande importância que ela exerce na vida do ser humano.
O projeto desenvolvido na turma foi referente ao incentivo a leitura. Este projeto visava contribuir com os alunos, dando-lhes possibilidades de se familiarizar com a literatura e possibilitar uma integração com suas famílias. Visto que, além de promover a leitura em sala de aula, nos finais de semana, uma família será contemplada com a "Sacola Literária" da turma.
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a nos familiarizar com o mundo a nossa volta. Há, entretanto uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. A leitura não pode se tornar uma obrigação, porque quando ela se transforma em obrigação, se resume
A escola tem grande parcela de responsabilidade para com o incentivo à leitura, pois promove o hábito nas crianças, estas irão crescer sabendo que a leitura enriquece o conhecimento e da grande importância que ela exerce na vida do ser humano.
O projeto desenvolvido na turma foi referente ao incentivo a leitura. Este projeto visava contribuir com os alunos, dando-lhes possibilidades de se familiarizar com a literatura e possibilitar uma integração com suas famílias. Visto que, além de promover a leitura em sala de aula, nos finais de semana, uma família será contemplada com a "Sacola Literária" da turma.
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a nos familiarizar com o mundo a nossa volta. Há, entretanto uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. A leitura não pode se tornar uma obrigação, porque quando ela se transforma em obrigação, se resume
em simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, daremos aos nossos alunos o direito de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar.
Acredita-se também que o hábito da leitura é fundamental para a prática de produção de texto, pois o fracasso na produção textual, deve-se justamente ao fato de haver pouca leitura.
Sendo assim, o propósito deste trabalho é, acima de tudo incentivar no aluno a leitura e a escrita em todos os seus aspectos e criar condições para que tais atividades se desenvolvam de modo eficiente e produtivo.
A escola onde trabalho está inserida em uma comunidade carente, onde o hábito de ler se torna secundário.
Por isso, a importância da escola em promover momentos de leitura, para despertar no aluno este hábito e prazer em ler, para assim quem sabe, ele possa mais tarde levar este incentivo para sua família.
Postagem anterior: https://oliveiragessica.blogspot.com/2018/10/a-importancia-da-literatura-no-processo.html
Referências:
ABRAMOVICH, Fanny. Literatura
infantil –gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 1997
BROCANELLI, Cláudio Roberto, GIROTTO, Cíntia G.G.Simões; ANDRADE,
Lizbeth Oliveira de. A educação como
experiência a partir de histórias lidas e contadas: momentos de (re)criação da
infância. Rev.Educ. PUC-Camp, Campinas, jan/abr,2013.
Gestão Democrática
A Gestão Democrática está baseada na coordenação de atitudes e ações que propõem a participação social, ou seja, a comunidade escolar (professores, alunos, pais, direção, equipe pedagógica e demais funcionários) é considerada sujeito ativo em todo o processo da gestão, participando de todas as decisões da escola. Assim, é imprescindível que cada um destes sujeitos tenha clareza e conhecimento de seu papel quanto participante da comunidade escolar.
A gestão democrática tem se tornando um dos motivos mais frequentes, na área educacional de reflexões e iniciativas públicas a fim de dar sequencia a um principio constitucionalmente na lei de diretrizes e bases da educação nacional.
O princípio está inscrito na Constituição Federal e na LDB, sendo assim, ele deve ser desenvolvido em todos os sistemas de ensino e escolas públicas do país. Ocorre, contudo, que como não houve a normatização necessária dessa forma de gestão nos sistemas de ensino, ela vem sendo desenvolvida de diversas formas e a partir de diferentes denominações: gestão participativa, gestão compartilhada, cogestão, etc. E é certo que sob cada uma dessas denominações, comportamentos, atitudes e concepções diversas são colocados em prática.
Falar em Gestão Democrática é acreditar em uma educação com relevância social e, logo, em uma escola construída a partir da ação coletiva. Assim, se o propósito é formar cidadãos honestos e responsáveis, a gestão democrática é a política mais necessária para qualquer administrador escolar.
A partir dessa administração será possível desenvolver e vivenciar a democracia no cotidiano escolar e levá-la a consolidar a participação entre toda a comunidade colaborando, no processo de inclusão social do País.
Dessa forma, buscar a Gestão Democrática, requer conquistar a própria autonomia escolar, visto que, sua trajetória traz a descentralização, o crescimento profissional e a valorização da escola, da comunidade e, consequentemente, do Gestor e da equipe que está envolvida no processo, que precisa fundamentalmente, de parcerias sólidas e comprometidas com uma educação inovadora, no sentido de proporcionar maiores opções de elevar o conhecimento de seus alunos, com objetivos pautados em valores humanos que engrandeçam ideais e ações humanizadores.
Falar em Gestão Democrática é acreditar em uma educação com relevância social e, logo, em uma escola construída a partir da ação coletiva. Assim, se o propósito é formar cidadãos honestos e responsáveis, a gestão democrática é a política mais necessária para qualquer administrador escolar.
A partir dessa administração será possível desenvolver e vivenciar a democracia no cotidiano escolar e levá-la a consolidar a participação entre toda a comunidade colaborando, no processo de inclusão social do País.
Dessa forma, buscar a Gestão Democrática, requer conquistar a própria autonomia escolar, visto que, sua trajetória traz a descentralização, o crescimento profissional e a valorização da escola, da comunidade e, consequentemente, do Gestor e da equipe que está envolvida no processo, que precisa fundamentalmente, de parcerias sólidas e comprometidas com uma educação inovadora, no sentido de proporcionar maiores opções de elevar o conhecimento de seus alunos, com objetivos pautados em valores humanos que engrandeçam ideais e ações humanizadores.
Falar em gestão democrática é acreditar na relevância social da educação e numa escola construída a partir de uma ação coletiva.
Dessa forma, buscar a Gestão Democrática, requer conquistar a própria autonomia escolar, visto que, sua trajetória traz a descentralização, o crescimento profissional e a valorização da escola, da comunidade e, consequentemente, do Gestor e da equipe que está envolvida no processo, que precisa fundamentalmente, de parcerias sólidas e comprometidas com uma educação inovadora, no sentido de proporcionar maiores opções de elevar o conhecimento de seus alunos, com objetivos pautados em valores humanos que engrandeçam ideais e ações humanizadores.
O gestor e sua equipe devem ser inteiramente ligados ao processo educativo e não tratar a educação como um meio secundário para obter lucro. Muitos professores e diretores tem outras atividades empregatícias onde seu tempo fica pouco para tantas atividades que a educação exige.
A gestão democrática tem se tornando um dos motivos mais frequentes, na área educacional de reflexões e iniciativas públicas a fim de dar sequencia a um principio constitucionalmente na lei de diretrizes e bases da educação nacional.
O princípio está inscrito na Constituição Federal e na LDB, sendo assim, ele deve ser desenvolvido em todos os sistemas de ensino e escolas públicas do país. Ocorre, contudo, que como não houve a normatização necessária dessa forma de gestão nos sistemas de ensino, ela vem sendo desenvolvida de diversas formas e a partir de diferentes denominações: gestão participativa, gestão compartilhada, cogestão, etc. E é certo que sob cada uma dessas denominações, comportamentos, atitudes e concepções diversas são colocados em prática.
Falar em Gestão Democrática é acreditar em uma educação com relevância social e, logo, em uma escola construída a partir da ação coletiva. Assim, se o propósito é formar cidadãos honestos e responsáveis, a gestão democrática é a política mais necessária para qualquer administrador escolar.
A partir dessa administração será possível desenvolver e vivenciar a democracia no cotidiano escolar e levá-la a consolidar a participação entre toda a comunidade colaborando, no processo de inclusão social do País.
Dessa forma, buscar a Gestão Democrática, requer conquistar a própria autonomia escolar, visto que, sua trajetória traz a descentralização, o crescimento profissional e a valorização da escola, da comunidade e, consequentemente, do Gestor e da equipe que está envolvida no processo, que precisa fundamentalmente, de parcerias sólidas e comprometidas com uma educação inovadora, no sentido de proporcionar maiores opções de elevar o conhecimento de seus alunos, com objetivos pautados em valores humanos que engrandeçam ideais e ações humanizadores.
Falar em Gestão Democrática é acreditar em uma educação com relevância social e, logo, em uma escola construída a partir da ação coletiva. Assim, se o propósito é formar cidadãos honestos e responsáveis, a gestão democrática é a política mais necessária para qualquer administrador escolar.
A partir dessa administração será possível desenvolver e vivenciar a democracia no cotidiano escolar e levá-la a consolidar a participação entre toda a comunidade colaborando, no processo de inclusão social do País.
Dessa forma, buscar a Gestão Democrática, requer conquistar a própria autonomia escolar, visto que, sua trajetória traz a descentralização, o crescimento profissional e a valorização da escola, da comunidade e, consequentemente, do Gestor e da equipe que está envolvida no processo, que precisa fundamentalmente, de parcerias sólidas e comprometidas com uma educação inovadora, no sentido de proporcionar maiores opções de elevar o conhecimento de seus alunos, com objetivos pautados em valores humanos que engrandeçam ideais e ações humanizadores.
Falar em gestão democrática é acreditar na relevância social da educação e numa escola construída a partir de uma ação coletiva.
Dessa forma, buscar a Gestão Democrática, requer conquistar a própria autonomia escolar, visto que, sua trajetória traz a descentralização, o crescimento profissional e a valorização da escola, da comunidade e, consequentemente, do Gestor e da equipe que está envolvida no processo, que precisa fundamentalmente, de parcerias sólidas e comprometidas com uma educação inovadora, no sentido de proporcionar maiores opções de elevar o conhecimento de seus alunos, com objetivos pautados em valores humanos que engrandeçam ideais e ações humanizadores.
O gestor e sua equipe devem ser inteiramente ligados ao processo educativo e não tratar a educação como um meio secundário para obter lucro. Muitos professores e diretores tem outras atividades empregatícias onde seu tempo fica pouco para tantas atividades que a educação exige.
Referências:
A democratização da educação
básica no Brasil. Rio de Janeiro: Boletim n. 20. TV Escola, Programa Salto para o
Futuro, 2005.
BORDIGNON,
Genuíno; GRACINDO, Regina Vinhaes. Gestão da educação: município e escola. IN:
FERREIRA, N. S. e AGUIAR, M. A. (Orgs.). Gestão da Educação: impasses,
perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2002.
BRASIL.
Ministério da Educação e do Desporto. Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, Brasília, 1996.
Projetos de aprendizagem
Quando se fala, na educação presencial, em "ensino por projetos", pode-se estar falando do plano da escola, do projeto da escola, de projetos dos professores. Nesse tipo de ensino, quais são os critérios que os professores seguem para escolher os temas, as questões que vão gerar projetos? Que vantagens apresenta a escolha dessas questões? Por que elas são necessárias? Em que contextos? Que indicadores temos para medir seus níveis de necessidade? A quem elas satisfazem? Ao currículo? Aos objetivos do planejamento escolar? A uma tradição de ensino?
Na verdade, no ensino, tudo parte das decisões do professor, e a ele, ao seu controle, deverá retornar. Como se o professor pudesse dispor de um conhecimento único e verdadeiro para ser transmitido ao estudante e só a ele coubesse decidir o que, como, e com que qualidade deverá ser aprendido. Não se dá oportunidade ao aluno para qualquer escolha. Não lhe cabe tomar decisões. Espera-se sua total submissão a regras impostas pelo sistema.
Porém, começamos a tomar consciência de nossos equívocos.
Quando falamos em “aprendizagem por projetos” estamos necessariamente nos referindo à formulação de questões pelo autor do projeto, pelo sujeito que vai construir conhecimento. Partimos do princípio de que o aluno nunca é uma tábula rasa, isto é, partimos do princípio de que ele já pensava antes.
E é a partir de seu conhecimento prévio, que o aprendiz vai se movimentar, interagir com o desconhecido, ou com novas situações, para se apropriar do conhecimento específico - seja nas ciências, nas artes, na cultura tradicional ou na cultura em transformação.
Um projeto para aprender vai ser gerado pelos conflitos, pelas perturbações no sistema de significações, que constituem o conhecimento particular do aprendiz. Como poderemos ter acesso a esses sistemas? O próprio aluno não tem consciência dele! Por isso, a escolha das variáveis que vão ser testadas na busca de solução de qualquer problema, precisa ser sustentada por um levantamento de questões feitas pelo próprio estudante.
Num projeto de aprendizagem, de quem são as dúvidas que vão gerar o projeto? Quem está interessado em buscar respostas?
Deve ser o próprio estudante, enquanto está em atividade num determinado contexto, em seu ambiente de vida, ou numa situação enriquecida por desafios.
Quando um projeto é iniciado a partir dos anseios e dúvidas dos estudantes, as aprendizagens tornam-se muito mais significativas, a busca pelas respostas das perguntas que eles mesmos formularam torna--se um aprendizado que eles levarão para a vida toda.
Postagem anterior: https://oliveiragessica.blogspot.com/b/post-preview?token=APq4FmD-tt1_2TtB075NKm2Qm1KbzvavvqRQZNFyvXmASbde5PulQ_Qi6CmVlXtm7p9x2ifckQdN7ksL0LZByHIaGhEUHjwPQnGr2yXL8yIA2QU19BJXCDQ1406_jP5e9iQ20CdonQki&postId=3122495478195854809&type=POST
Na verdade, no ensino, tudo parte das decisões do professor, e a ele, ao seu controle, deverá retornar. Como se o professor pudesse dispor de um conhecimento único e verdadeiro para ser transmitido ao estudante e só a ele coubesse decidir o que, como, e com que qualidade deverá ser aprendido. Não se dá oportunidade ao aluno para qualquer escolha. Não lhe cabe tomar decisões. Espera-se sua total submissão a regras impostas pelo sistema.
Porém, começamos a tomar consciência de nossos equívocos.
Quando falamos em “aprendizagem por projetos” estamos necessariamente nos referindo à formulação de questões pelo autor do projeto, pelo sujeito que vai construir conhecimento. Partimos do princípio de que o aluno nunca é uma tábula rasa, isto é, partimos do princípio de que ele já pensava antes.
E é a partir de seu conhecimento prévio, que o aprendiz vai se movimentar, interagir com o desconhecido, ou com novas situações, para se apropriar do conhecimento específico - seja nas ciências, nas artes, na cultura tradicional ou na cultura em transformação.
Um projeto para aprender vai ser gerado pelos conflitos, pelas perturbações no sistema de significações, que constituem o conhecimento particular do aprendiz. Como poderemos ter acesso a esses sistemas? O próprio aluno não tem consciência dele! Por isso, a escolha das variáveis que vão ser testadas na busca de solução de qualquer problema, precisa ser sustentada por um levantamento de questões feitas pelo próprio estudante.
Num projeto de aprendizagem, de quem são as dúvidas que vão gerar o projeto? Quem está interessado em buscar respostas?
Deve ser o próprio estudante, enquanto está em atividade num determinado contexto, em seu ambiente de vida, ou numa situação enriquecida por desafios.
Quando um projeto é iniciado a partir dos anseios e dúvidas dos estudantes, as aprendizagens tornam-se muito mais significativas, a busca pelas respostas das perguntas que eles mesmos formularam torna--se um aprendizado que eles levarão para a vida toda.
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Mídias e educação
Nos últimos anos os avanços científicos e
tecnológicos foram os responsáveis pela rápida mudança em nossa
sociedade. Com a rapidez de informação a maneira como nos relacionamos com os
demais foi alterada e essas mudanças podem ser percebidas na escola.
A escola está inserida neste contexto, nesta sociedade e com tal reflete estas contradições e repetições. Se por um lado nossas escolas parecem estagnadas no tempo, por outro os alunos que freqüentam estas instituições estão conectados com um mundo diverso, mundo este que muitas vezes não se encontra refletido na escola.
Devemos criar espaço para a discussão e para o uso destas tecnologias, e não fingir que elas não existem. As mídias(televisão, computador, rádio) e as tecnologias são recursos que facilitam nosso dia – a – dia, não apenas em casa , mas também com nossos alunos. Elas serve para despertar o interesse do educando pra as problemáticas propostas durante as aulas.
Muitas vezes é no Laboratório de Informática da escola que os alunos terão seus primeiros contatos com o chamado “mundo virtual”,
A escola onde trabalho está localizada em uma área bastante carente, é nos computadores da escola e na internet que os educandos tentam pesquisar para elaborar seus projetos e trabalhos. Infelizmente não temos mais uma pessoa responsável pelo laboratório, a conexão é de péssima qualidade, muitas vezes está fora do ar. Sempre que preciso utilizar um recurso de mídia, uso o projetor, para passar algum vídeo pré-definido, ou combino com os alunos e eles trazem seus celulares para podermos realizar as pesquisas em aula.
Acredito que além da melhora na infraestrutura, precisamos também nos reciclar enquanto professores, elaborar um planejamento com objetivos coletivos para que possamos integrar a escola e nossas aulas no contexto que está se apresentando na sociedade atual.
É impossível deter o avanço da tecnologia e a escola deve espelhar a sociedade a qual está inserida.
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A escola está inserida neste contexto, nesta sociedade e com tal reflete estas contradições e repetições. Se por um lado nossas escolas parecem estagnadas no tempo, por outro os alunos que freqüentam estas instituições estão conectados com um mundo diverso, mundo este que muitas vezes não se encontra refletido na escola.
Devemos criar espaço para a discussão e para o uso destas tecnologias, e não fingir que elas não existem. As mídias(televisão, computador, rádio) e as tecnologias são recursos que facilitam nosso dia – a – dia, não apenas em casa , mas também com nossos alunos. Elas serve para despertar o interesse do educando pra as problemáticas propostas durante as aulas.
Muitas vezes é no Laboratório de Informática da escola que os alunos terão seus primeiros contatos com o chamado “mundo virtual”,
A escola onde trabalho está localizada em uma área bastante carente, é nos computadores da escola e na internet que os educandos tentam pesquisar para elaborar seus projetos e trabalhos. Infelizmente não temos mais uma pessoa responsável pelo laboratório, a conexão é de péssima qualidade, muitas vezes está fora do ar. Sempre que preciso utilizar um recurso de mídia, uso o projetor, para passar algum vídeo pré-definido, ou combino com os alunos e eles trazem seus celulares para podermos realizar as pesquisas em aula.
Acredito que além da melhora na infraestrutura, precisamos também nos reciclar enquanto professores, elaborar um planejamento com objetivos coletivos para que possamos integrar a escola e nossas aulas no contexto que está se apresentando na sociedade atual.
É impossível deter o avanço da tecnologia e a escola deve espelhar a sociedade a qual está inserida.
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A cegueira do conhecimento
Segundo Piaget, as aprendizagens se dão a partir de
provocações trazidas pelo chamado “provocador”, que neste contexto podemos
dizer que somos nós, professores. Nas aulas do professor de artes, que
observamos no filme, vemos essa função sendo desenvolvida por parte dele, as
provocações, desafios e mais do que isso, um olhar diferenciado para cada aluno,
visto que não somos todos iguais e não aprendemos da mesma maneira. Já o desenvolvimento está ligado ao
desenvolvimento de nosso corpo, biológico, como nos diz Piaget, “o
desenvolvimento é o processo essencial e cada elemento da aprendizagem ocorre
como uma função do desenvolvimento total, em lugar de ser um elemento que
explica o desenvolvimento (1972)”. Desenvolvimento e aprendizagem andam juntos
e se completam. São duas faces da mesma moeda.
Ao ler o texto de Morin, refleti sobre como é
impressionante que a educação, que visa transmitir conhecimentos ,seja cega
quanto ao que é o conhecimento humano no seus dispositivos, enfermidades,
dificuldades, tendências ao erro e a ilusão, e não se preocupe em fazer conhecer o que é conhecer.
O conhecimento não pode ser considerado uma ferramenta a ser utilizada sem
que sua natureza seja examinada. Dessa maneira, o conhecimento do conhecimento
deve aparecer como necessidade primeira, que serviria de preparação para
enfrentar os riscos permanentes de erro e de ilusão, que não cessam de
parasitar a mente humana. Trata-se de armar cada mente no combate vital rumo à
lucidez.A educação precisa ensinar, no processo ensino-aprendizagem, a condição humana com base na razão, sem esquecer a afetividade, na emoção.
Referências
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à
educação do futuro. São Paulo: Cortez, 5ª ed. 2012.
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terça-feira, 11 de junho de 2019
Desafios da inclusão
Publicação original: https://oliveiragessica.blogspot.com/2017/12/desafios-da-inclusao-para-escola.html
A escola está inserida
neste contexto, nesta sociedade e como tal reflete estas contradições e
repetições. Se por um lado nossas escolas parecem estagnadas no tempo, por
outro os alunos que frequentam estas instituições estão conectados com um mundo
diverso, mundo este que muitas vezes não se encontra refletido na sala de aula.
As tecnologias de informação
e comunicação (TIC’s) estão cada vez mais transformando a vida de nossa
sociedade e essas transformações refletem não só na escola mas também em nossos
educandos.
Quando tratamos deste
assunto, devemos ter em mente que a tecnologia tem se mostrado uma aliada
importantíssima enquanto recurso para propiciar maior autonomia aos alunos com
necessidades educacionais especiais. Segundo Sanches (1991, p.121), “para a
maioria das pessoas as tecnologias tornam a vida mais fácil, para uma pessoa
com necessidades especiais, a tecnologia torna as coisas possíveis”.
Nesses anos de curso com certeza meus horizontes se expandiram, e um campo que mais me chamou a atenção foi o da inclusão.
E a tecnologia é uma grande aliada neste processo. Podem ser
usados os mais diversos e acessíveis materiais para a confecção dos recursos,
podemos usar materiais de nosso dia a dia e envolver todos os alunos na
confecção deste recurso. Mas, sempre devemos ter em mente a realidade do aluno,
pois para que o material produzido alcance o objetivo de motivar e integrar o
aluno, seu cotidiano deve ser levado em consideração. Se observarmos estes
cuidados estaremos realmente incluindo nossos educandos, não só na escola, ou
na sala de aula, mas na sociedade.
Referências: SANCHES,
Norberto. A informática e a comunicação:
O visualizador da fala um instrumento a serviço da educação de treino da fala.
In. IV encontro Nacional de Educação Especial: Comunicações , 1991. Lisboa:
Fundação Calouste Gulbenkian
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