segunda-feira, 28 de maio de 2018

Planejamento de ensino



MOMENTOS
PRINCIPAIS IDÉIAS
DEGUSTAÇÃO
RELAÇÃO COM A PRÁTICA
  1. “Escola e realidade social”



- Análise do contexto social onde está inserida a escola;
- Tornar essa realidade o ponto de partida para a prática pedagógica que será desenvolvida na escola.
- Ao ler esta passagem, me vi na escola onde trabalho.
- Na escola onde trabalho buscamos sempre que possível levar em consideração a realidade de nosso aluno, tanto que nosso PPP foi alterado para se adequar a realidade social a qual a escola está inserida.
  1. “Retrato sociocultural do educando”



- Análise particular dos educandos e suas famílias;
- Características de aprendizagem dos educandos
- Me fez lembras daqueles alunos que reprovam repetidas vezes no mesmo ano.
- Procuro sempre tentar entender as dificuldades que meu aluno e suas famílias tem.
  1. “Objetivos de ensino-aprendizagem e conteúdos de ensino”


- Assimilação, elaboração e recriação do saber;
- Repensar os conteúdos das disciplinas ao longo de todo o ano letivo.
- Repetição que há em muitos currículos escolares
- Nossos planos de estudos foram todos remodelados para que possamos ter mais liberdade em trabalhar os conteúdos.
  1. “Procedimentos de ensino-aprendizagem”



- Metodologias e caminhos a serem seguidos para a aplicação dos conteúdos.
- Qualidade na formação e continua busca por aperfeiçoamento por parte dos professores.
- Tenho tentado, ao longo dos anos, buscar novos métodos para auxiliar meus alunos no processo de ensino aprendizagem.
  1. “Avaliação da aprendizagem”



- Contribuir com trabalho docente;
- Aprimorar o desenvolvimento e aprendizagem do aluno
- Sempre lembro na avaliações classificatórias a que fomos submetidos ao longo de nossa vida acadêmica.
- Trabalho com uma avaliação que busca aprimorar e não classificar meu aluno.


Após completar o quadro e ler o texto de Rays, me vi refletindo sobre minha prática pedagógica e o quanto é importante conhecermos não só nosso aluno, mas a sociedade/comunidade a qual ele está inserido.
Vi a importância de sabermos quais seus conhecimentos culturais pois, tal conhecimento, será muito importante para que possamos desenvolver nossa prática pedagógica pois, só assim vamos saber como esse aluno aprende, como ele vê o mundo e principalmente que objetivos ele tem para sua vida.

Referências

RAYS, O. A. Planejamento de ensino: um ato político-pedagógico. Cadernos didáticos: Curso de Pós-Graduação em Educação/ Universidade Federal de Santa Maria/RS, 2000.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Globalização e Interdisciplinaridade

A escola é o reflexo da sociedade a qual está inserida. Quando foi instituída nas fábricas a linha de montagem, onde um funcionário era o responsável por determinada ação, ou seja, especializado em apenas um processo da produção, este modelo acabou sendo inserido também na escola, pois, é nela que se “fabricam” os trabalhadores das indústrias.
Como vivemos em um sistema capitalista, a exigência da fábrica acaba se refletindo na escola. E foi por uma exigência capitalista que, novamente, vemos uma mudança neste modelo. O processo de globalização foi iniciado na economia dos países. Para concorrer com os produtos de outros países, as industrias precisaram investir no trabalho em equipe.
Agora o mercado busca um empregado polivalente, que consiga olhar o todo e não somente sua especialidade. E de novo esse modelo se reflete na escola.
Se antes o ensino era compartimentado, agora busca-se um ensino globalizante, com a participação de todos, desde o planejamento da atividade até em sua colocada em prática.


Referências:
JAPIASSU, Hilton. A questão da interdisciplinaridade. Revista Paixão de Aprender. Secretaria Municipal de Educação, novembro, n°8, p. 48-55, 1994
SANTOMÉ, Jurjo Torres. Globalização e interdisciplinaridade: O currículo integrado.


segunda-feira, 16 de abril de 2018

Alfabetização e Empowerment Político

Realizamos, para a disciplina de EJA, mais uma síntese em grupo. Os trabalhos em grupo são bastante difíceis, pois devemos nos adequar a diversas situações, horários que não coincidem, opiniões diversas, falta de tempo de algumas colegas.
Contudo, ao final sempre é gratificante perceber o resultado de todo esse trabalho e essas discussões que nos levam a refletir, não só sobre nossa prática pedagógica, mas também com nossa participação na sociedade e nossa relação com o outro.
Nosso texto ficou assim.

Géssica de Oliveira; Liris Bravo, Izabel Miranda; Maria Cristina Dias; Patrícia Cordeiro

            Em Pedagogia do oprimido, Freire (1993) diz que: “para uma educação educadora o diálogo tem papel fundamental e é através dele que demostramos nossa visão de mundo e nos inserimos socialmente”.
            É através do diálogo que podemos interpretar o mundo conforme o vemos, podemos questionar a sociedade e repensar nossa forma de ser contribuindo para a transformação do meio onde estamos inseridos.
             Conforme Zirkoski, “O desafio freireano é construirmos nossos saberes a partir da situação dialógica que provoca a interação e a partilha de mundos diferentes, mas que comungam do sonho e da esperança de juntos construirmos nosso ser mais”.  (2007,p.131)
            A reflexão crítica através do diálogo levará os educandos a reconhecerem as ideologias, a perceberem o caráter histórico e mutável das relações sociais e, portanto, assumirem-se como sujeitos na construção de si mesmos e da realidade.
            Assim podemos afirmar que sem a alfabetização permeada pelo diálogo não pode haver o empowerment  político.
            A visão de mundo do educando também deve ser levada em consideração, segundo Freire, “A leitura do mundo precede a leitura da palavra”.
Sendo um educador Paulo Freire ficou conhecido internacionalmente pelo seu processo de alfabetização. Ele foi o primeiro teórico a usar o termo “leitura do mundo”. Porém, esse termo causa certa estranheza em quem o ouve. Afinal, o que seria a leitura do mundo? Paulo Freire diz que a leitura do mundo precede a leitura da palavra. Ou seja, antes para uma criança ser alfabetizada ela precisa decodificar. Segundo esse preceito, ela já saberia ler implicitamente, mas não as palavras grafadas num livro, por exemplo, mas, a grosso modo, essa criança sabe ler a vida.

            “Ler o mundo” significa ler os signos, as coisas que fazem parte da sua vida  ou seja dar um sentido a tudo que esta a sua volta.  Nós enquanto educadores não podemos nos omitir de fazermos a nossa leitura do mundo, e assim demonstrando que existem diversas maneiras possíveis de se ler o mundo. .Antes de ler a palavra a criança lê o mundo através de gestos, Olhares, expressões faciais, do cheiro, do tato , do olfato.
Como qualquer leitura é uma produção  de sentidos ,as crianças procuram criar sentido para o mundo que o rodeia .Através desta” leitura do mundo” as crianças começam a perceber as relações espaciais existentes, as relações de afeto, observam que cada coisa ocupa um lugar e tem um nome , manifestam preferências e rejeições, e no contato com outros a criança constrói a sua leitura de mundo.
Devemos estar atentos para a alfabetização que estabelece relações entre poder e conhecimento. E dar “voz”, não só aos anseios dos alunos mas, também, do meio social a qual a escola esta inserida, para que todos possam pensar em como a sociedade e a vida social deve ser estruturado por todos.
Precisamos proporcionar aos alunos um ambiente onde eles possam se deparar com diferentes tipos de discursos e opiniões comprovados por meio de materiais (textos, artigos, etc) a fim de que esses educandos possam pesquisar e validar ou não suas opiniões.
Do mesmo modo, nós enquanto educadores devemos encontrar a nossa “voz”, nos apoiarmos em nossas certezas e buscar esclarecer nossas dúvidas pois, um professor crítico nunca deve deixar de ser um educando.



Referências:
AMARAL, C. W. do. Alfabetização numa perspectiva crítica: análise das práticas pedagógicas. Dissertação .( ZITKOSKI, Jaime J. Paulo Freire & Educação. Belo Horizonte: Autentica ,2007
FREIRE, Paulo, Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra. 1993.
GIROUX, Henry A. Alfabetização e a pedagogia do empowerment político In. FREIRE, Paulo; MACEDO, Donaldo.  Alfabetização: Leitura do mundo, leitura da palavra. Tradução de: OLIVEIRA, Lólio Lourenço de. 6. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013.



domingo, 15 de abril de 2018

Marcas docentes





Após a leitura do texto "O menininho" de Helen Buckley, fmos desafiadas a refletir sobre nossa prática pedagógia 

a. Quais seriam seus  desafios frente a essa criança?
Mostrar a ela que o que importa é a criatividade de cada criança, tentar devolver-lhe a confiança e a independência. Tentaria fazer com que ele tivesse novamente confiança em suas habilidades e tentaria auxiliá-lo neste processo. Para mais tarde poder fazer com que ele entenda que a sala de aula é um lugar de aprendizado mútuo, tanto ele, aluno aprende, quando eu, enquanto professora estou sempre aprendendo com ele e seus colegas.

b. Quais atividades você, enquanto professor/a, desenvolve com seus
alunos de modo a possibilitar que estes cresçam com autonomia e desenvolvam
sua criatividade?
Este ano tenho um 4º ano. Procuro trazer atividades em que eles expressem suas opiniões, onde não tenham medo, nem vergonha de dizer o que pensam, mesmo sendo opiniões diferentes das minhas e dos colegas. Procuro incentivar a criatividade com tarefas de músicas, dança e teatro. Onde eles possam ser os atores e também diretores e criadores das falas, coreografias.

c. Que marcas da sua prática pedagógica você gostaria de deixar nos seus alunos?

Gostaria que eles lembrassem de mim como uma professora aberta a críticas e incentivadora da autonomia e criatividade.



quinta-feira, 5 de abril de 2018

Memórias tecnológicas na escola

Esta semana, produzimos um texto coletivo, sobre nossas memórias escolares. Eu e minhas colegas Liris, Izabel, maria Cristina e Patrícia, refletimos sobre o assunto e o texto ficou assim.
Nos últimos anos os avanços científicos e tecnológicos foram  os responsáveis pela rápida mudança em nossa sociedade. Com a rapidez de informação a maneira como nos relacionamos com os demais foi alterada e essas mudanças podem ser percebidas na escola.
A escola está inserida neste contexto, nesta sociedade e com tal reflete estas contradições e repetições. Se por um lado nossas escolas parecem estagnadas no tempo, por outro os alunos que frequentam estas instituições estão conectados com um mundo diverso, mundo este que muitas vezes não se encontra refletido na escola.
 Devemos criar espaço para a discussão e para o uso destas tecnologias, e não fingir que elas não existem. As mídias (televisão, computador, rádio) e as tecnologias são recursos que facilitam nosso dia – a – dia, não apenas em casa , mas também com nossos alunos. Elas servem para despertar o interesse do educando pra as problemáticas propostas durante as aulas.
Muitas vezes é no Laboratório de Informática da escola que os alunos terão seus primeiros contatos com o chamado “mundo virtual”, 
O aceso as tecnologias tornou-se essencial ao desenvolvimento social,cultural e intelectual. Cada momento em que uma tecnologia nos é apresentada a evolução se faz presente, a comunicação nos conecta aos recursos para que possamos interagir com o meio que nos cerca, fazer parte da inclusão com novas tecnologias fazendo a diferença no meio e no mercado de trabalho. Quando fomos apresentadas ao giz, mimeografo, e outras tecnologias de nossa época, também ficamos entusiasmados.
Certas tecnologias que utilizamos em nossa infância atualmente tornaram-se corriqueiras, mas tiveram um impacto em determinada época. Atualmente o avanço tecnológico acontece de maneira muito rápida, onde a escola ainda em desvantagem , com tantas novidades.
Com o avanço da tecnologia com o passar dos anos tem seus prós e contras, quando falamos em tecnologias que ajudem a beneficiar o andamento e a vivencia do ser humano, na educação, na vida pessoal e profissional.
Nas salas de aula, proporcionando facilidade aos alunos na aprendizagem, mas ao mesmo tempo esquecendo os verdadeiros princípios da aprendizagem e do conhecimento, exemplo, no meu tempo de aluna tínhamos que saber a tatuada da ponta da língua, hoje o aluno não necessita saber, mas sim, saber onde encontrar, no celular, nas tabelas, enfim, dificultando seu raciocínio na hora da realização dos exercícios. Alunos que levam para suas escritas, costumes apresentados no watts, mas ao mesmo tempo, celulares com internet, facilitando a utilização para pesquisas e dúvidas tiradas em sala de aula
 Antigamente tínhamos que saber os números dos telefones celulares das pessoas para ligar, hoje se não tivermos em mãos o aparelho não sabemos, as vezes me pergunto, onde está a aprendizagem pois os alunos não precisam mais pensar, tem a tecnologia para ajudar.        
Mais importante que equipar as escolas é incentivar os professores na apropriação dos novos recursos assim como a construção de conhecimentos dos alunos. Que a utilização destas  tecnologias sejam um facilitador  no momento da apropriação do conhecimento, tanto para o docente como para o educando, sendo bem  aplicada na educação toda a comunidade escolar será beneficiada por ela.


sábado, 24 de março de 2018

INTRODUÇÃO ÀS MÍDIAS NA EDUCAÇÃO


Nos últimos anos os avanços científicos e tecnológicos foram  os responsáveis pela rápida mudança em nossa sociedade. Com a rapidez de informação a maneira como nos relacionamos com os demais foi alterada e essas mudanças podem ser percebidas na escola.
A escola está inserida neste contexto, nesta sociedade e com tal reflete estas contradições e repetições. Se por um lado nossas escolas parecem estagnadas no tempo, por outro os alunos que frequentam estas instituições estão conectados com um mundo diverso, mundo este que muitas vezes não se encontra refletido na escola.
 Devemos criar espaço para a discussão e para o uso destas tecnologias, e não fingir que elas não existem. As mídias (televisão, computador, rádio) e as tecnologias são recursos que facilitam nosso dia – a – dia, não apenas em casa , mas também com nossos alunos. Elas servem para despertar o interesse do educando pra as problemáticas propostas durante as aulas.
Muitas vezes é no Laboratório de Informática da escola que os alunos terão seus primeiros contatos com o chamado “mundo virtual”,
A escola onde trabalho está localizada em uma área bastante carente, é nos computadores da escola e na internet que os educandos tentam pesquisar para elaborar seus projetos e trabalhos. Infelizmente não temos mais uma pessoa responsável pelo laboratório, a conexão é de péssima qualidade, muitas vezes está fora do ar. Sempre que preciso utilizar um recurso de mídia, uso o projetor, para passar algum vídeo pré-definido, ou combino com os alunos  e eles trazem seus celulares para podermos realizar as pesquisas em aula.

Acredito que além da melhora na infraestrutura, precisamos também nos reciclar enquanto professores, elaborar um planejamento com objetivos coletivos para que possamos integrar a escola e nossas aulas no contexto que está se apresentando na sociedade atual. 

segunda-feira, 19 de março de 2018

Escolas Democráticas


Após assistirmos o vídeo, fomos convidados a fazermos uma reflexão:


Segundo Piaget, as aprendizagens se dão a partir de provocações trazidas pelo chamado “provocador”, que neste contexto podemos dizer que somos nós, professores. Nas aulas do professor de artes, que observamos no filme, vemos essa função sendo desenvolvida por parte dele, as provocações, desafios e mais do que isso, um olhar diferenciado para cada aluno, visto que não somos todos iguais e não aprendemos da mesma maneira. Já o desenvolvimento está ligado ao desenvolvimento de nosso corpo, biológico, como nos diz Piaget, “o desenvolvimento é o processo essencial e cada elemento da aprendizagem ocorre como uma função do desenvolvimento total, em lugar de ser um elemento que explica o desenvolvimento (1972)”. Desenvolvimento e aprendizagem andam juntos e se completam. São duas faces da mesma moeda.
Ao ler o texto de Morin, refleti sobre como é impressionante que a educação, que visa transmitir conhecimentos ,seja cega quanto ao que é o conhecimento humano no seus dispositivos, enfermidades, dificuldades, tendências ao erro e a ilusão, e não se preocupe em fazer conhecer o que é conhecer. O conhecimento não pode ser considerado uma ferramenta a ser utilizada sem que sua natureza seja examinada. Dessa maneira, o conhecimento do conhecimento deve aparecer como necessidade primeira, que serviria de preparação para enfrentar os riscos permanentes de erro e de ilusão, que não cessam de parasitar a mente humana. Trata-se de armar cada mente no combate vital rumo à lucidez.
O vídeo que assistimos em aula, nos mostra escolas com diferentes organizações, mas que mostram a mesma realidade. Escolas onde o aluno é mero ouvinte, onde não há uma ligação com o cotidiano, fazendo com que esse aluno perca o interesse pelas aulas e pela escola.
Como bem nos coloca Paulo Freire, Não há comunicação sem dialogicidade, portanto ela se torna essencial, principalmente a nos educadores que temos na comunicação nossa principal ferramenta de trabalho. Ele fala sobre sua visão de mundo e a nossa participação enquanto seres humanos neste mundo, complexo, tecnológico, político. Segundo o autor:

 “ É que há um diálogo invisível, prévio, em que não necessito de inventar perguntas ou fabricar respostas. Os educadores verdadeiramente democráticos não estão-são dialógicos. Uma de suas tarefas substantivas em nossa sociedade é gestar esse clima dialógico”. (FREIRE, 2000, P. 81)

Para que nossos alunos tenham essa autonomia, devemos reestruturar o currículo de nossas escolas, devemos incluir atividades que primem pela autonomia, pela relação com o cotidiano, para que formemos cidadãos e não meros espectadores da sociedade.

REFERÊNCIAS:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
_____________. A sombra dessa mangueira. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 5ª ed. 2012.
PIAGET, Jean. Development and learning. In LAVATTELLY, C. S. e STENDLER, F. Reading in child behavior and development. New York: Hartcourt Brace Janovich, 1972. (Trad.: Paulo F. Slomp, prof. FACED/UFRGS. Revisão: Fernando Becker, PPGEdu-UFRGS)


Desafios da inclusão na escola contemporânea

Quando iniciou-se o processo de implantação da Educação Inclusiva nas escolas regulares, evidenciou-se as profundas transformações que se f...