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MOMENTOS
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PRINCIPAIS IDÉIAS
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DEGUSTAÇÃO
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RELAÇÃO COM A PRÁTICA
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- Análise do contexto social onde está inserida a escola;
- Tornar essa realidade o ponto de partida para a prática
pedagógica que será desenvolvida na escola.
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- Ao ler esta passagem, me vi na escola onde trabalho.
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- Na escola onde trabalho buscamos sempre que possível
levar em consideração a realidade de nosso aluno, tanto que nosso PPP foi
alterado para se adequar a realidade social a qual a escola está inserida.
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- Análise particular dos educandos e suas famílias;
- Características de aprendizagem dos educandos
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- Me fez lembras daqueles alunos que reprovam repetidas
vezes no mesmo ano.
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- Procuro sempre tentar entender as dificuldades que meu
aluno e suas famílias tem.
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- Assimilação, elaboração e recriação do saber;
- Repensar os conteúdos das disciplinas ao longo de todo o
ano letivo.
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- Repetição que há em muitos currículos escolares
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- Nossos planos de estudos foram todos remodelados para
que possamos ter mais liberdade em trabalhar os conteúdos.
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- Metodologias e caminhos a serem seguidos para a
aplicação dos conteúdos.
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- Qualidade na formação e continua busca por
aperfeiçoamento por parte dos professores.
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- Tenho tentado, ao longo dos anos, buscar novos métodos
para auxiliar meus alunos no processo de ensino aprendizagem.
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- Contribuir com trabalho docente;
- Aprimorar o desenvolvimento e aprendizagem do aluno
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- Sempre lembro na avaliações classificatórias a que fomos
submetidos ao longo de nossa vida acadêmica.
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- Trabalho com uma avaliação que busca aprimorar e não classificar
meu aluno.
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segunda-feira, 28 de maio de 2018
Planejamento de ensino
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Globalização e Interdisciplinaridade
A escola é o reflexo da sociedade a qual está
inserida. Quando foi instituída nas fábricas a linha de montagem, onde um
funcionário era o responsável por determinada ação, ou seja, especializado em
apenas um processo da produção, este modelo acabou sendo inserido também na
escola, pois, é nela que se “fabricam” os trabalhadores das indústrias.
Como vivemos em um sistema capitalista, a exigência da
fábrica acaba se refletindo na escola. E foi por uma exigência capitalista que,
novamente, vemos uma mudança neste modelo. O processo de globalização foi
iniciado na economia dos países. Para concorrer com os produtos de outros
países, as industrias precisaram investir no trabalho em equipe.
Agora o mercado busca um empregado polivalente, que
consiga olhar o todo e não somente sua especialidade. E de novo esse modelo se
reflete na escola.
Se antes o ensino era compartimentado, agora
busca-se um ensino globalizante, com a participação de todos, desde o planejamento
da atividade até em sua colocada em prática.
Referências:
JAPIASSU, Hilton. A questão da
interdisciplinaridade. Revista Paixão de
Aprender. Secretaria Municipal de Educação, novembro, n°8, p. 48-55, 1994
SANTOMÉ, Jurjo Torres. Globalização e
interdisciplinaridade: O currículo integrado.
segunda-feira, 16 de abril de 2018
Alfabetização e Empowerment Político
Realizamos, para a disciplina de EJA, mais uma síntese em grupo. Os trabalhos em grupo são bastante difíceis, pois devemos nos adequar a diversas situações, horários que não coincidem, opiniões diversas, falta de tempo de algumas colegas.
Contudo, ao final sempre é gratificante perceber o resultado de todo esse trabalho e essas discussões que nos levam a refletir, não só sobre nossa prática pedagógica, mas também com nossa participação na sociedade e nossa relação com o outro.
Nosso texto ficou assim.
“Ler o mundo” significa ler os signos, as coisas que fazem parte da sua vida ou seja dar um sentido a tudo que esta a sua volta. Nós enquanto educadores não podemos nos omitir de fazermos a nossa leitura do mundo, e assim demonstrando que existem diversas maneiras possíveis de se ler o mundo. .Antes de ler a palavra a criança lê o mundo através de gestos, Olhares, expressões faciais, do cheiro, do tato , do olfato.
Contudo, ao final sempre é gratificante perceber o resultado de todo esse trabalho e essas discussões que nos levam a refletir, não só sobre nossa prática pedagógica, mas também com nossa participação na sociedade e nossa relação com o outro.
Nosso texto ficou assim.
Géssica de
Oliveira; Liris Bravo, Izabel Miranda; Maria Cristina Dias; Patrícia Cordeiro
Em
Pedagogia do oprimido, Freire (1993) diz que: “para uma educação educadora o
diálogo tem papel fundamental e é através dele que demostramos nossa visão de mundo
e nos inserimos socialmente”.
É
através do diálogo que podemos interpretar o mundo conforme o vemos, podemos
questionar a sociedade e repensar nossa forma de ser contribuindo para a
transformação do meio onde estamos inseridos.
Conforme Zirkoski, “O desafio freireano é
construirmos nossos saberes a partir da situação dialógica que provoca a
interação e a partilha de mundos diferentes, mas que comungam do sonho e da
esperança de juntos construirmos nosso ser mais”. (2007,p.131)
A
reflexão crítica através do diálogo levará os educandos a reconhecerem as
ideologias, a perceberem o caráter histórico e mutável das relações sociais e,
portanto, assumirem-se como sujeitos na construção de si mesmos e da realidade.
Assim
podemos afirmar que sem a alfabetização permeada pelo diálogo não pode haver o
empowerment político.
A
visão de mundo do educando também deve ser levada em consideração, segundo
Freire, “A leitura do mundo precede a leitura da palavra”.
Sendo um educador Paulo Freire ficou conhecido internacionalmente pelo
seu processo de alfabetização. Ele foi o primeiro teórico a usar o termo
“leitura do mundo”. Porém, esse termo causa certa estranheza em quem o ouve.
Afinal, o que seria a leitura do mundo? Paulo Freire diz que a leitura do mundo
precede a leitura da palavra. Ou seja, antes para uma criança ser alfabetizada
ela precisa decodificar. Segundo esse preceito, ela já saberia ler
implicitamente, mas não as palavras grafadas num livro, por exemplo, mas, a grosso
modo, essa criança sabe ler a vida.
“Ler o mundo” significa ler os signos, as coisas que fazem parte da sua vida ou seja dar um sentido a tudo que esta a sua volta. Nós enquanto educadores não podemos nos omitir de fazermos a nossa leitura do mundo, e assim demonstrando que existem diversas maneiras possíveis de se ler o mundo. .Antes de ler a palavra a criança lê o mundo através de gestos, Olhares, expressões faciais, do cheiro, do tato , do olfato.
Como qualquer leitura é uma produção
de sentidos ,as crianças procuram criar sentido para o mundo que o
rodeia .Através desta” leitura do mundo” as crianças começam a perceber as
relações espaciais existentes, as relações de afeto, observam que cada coisa
ocupa um lugar e tem um nome , manifestam preferências e rejeições, e no
contato com outros a criança constrói a sua leitura de mundo.
Devemos estar atentos para a alfabetização que estabelece relações entre
poder e conhecimento. E dar “voz”, não só aos anseios dos alunos mas, também,
do meio social a qual a escola esta inserida, para que todos possam pensar em
como a sociedade e a vida social deve ser estruturado por todos.
Precisamos proporcionar aos alunos um ambiente onde eles possam se
deparar com diferentes tipos de discursos e opiniões comprovados por meio de
materiais (textos, artigos, etc) a fim de que esses educandos possam pesquisar
e validar ou não suas opiniões.
Do mesmo modo, nós enquanto educadores devemos encontrar a nossa “voz”,
nos apoiarmos em nossas certezas e buscar esclarecer nossas dúvidas pois, um
professor crítico nunca deve deixar de ser um educando.
Referências:
AMARAL, C. W. do. Alfabetização numa perspectiva
crítica: análise das práticas pedagógicas. Dissertação .( ZITKOSKI, Jaime J.
Paulo Freire & Educação. Belo Horizonte: Autentica ,2007
FREIRE, Paulo, Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz
e Terra. 1993.
GIROUX, Henry A. Alfabetização e a pedagogia do
empowerment político In. FREIRE, Paulo; MACEDO, Donaldo. Alfabetização: Leitura do mundo, leitura da
palavra. Tradução de: OLIVEIRA, Lólio Lourenço de. 6. ed. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 2013.
domingo, 15 de abril de 2018
Marcas docentes
a. Quais seriam seus desafios
frente a essa criança?
Mostrar a ela que o que importa é a criatividade de
cada criança, tentar devolver-lhe a confiança e a independência. Tentaria fazer
com que ele tivesse novamente confiança em suas habilidades e tentaria
auxiliá-lo neste processo. Para mais tarde poder fazer com que ele entenda que
a sala de aula é um lugar de aprendizado mútuo, tanto ele, aluno aprende,
quando eu, enquanto professora estou sempre aprendendo com ele e seus colegas.
b. Quais atividades você, enquanto
professor/a, desenvolve com seus
alunos de modo a possibilitar que
estes cresçam com autonomia e desenvolvam
sua criatividade?
Este ano tenho um 4º ano.
Procuro trazer atividades em que eles expressem suas opiniões, onde não tenham
medo, nem vergonha de dizer o que pensam, mesmo sendo opiniões diferentes das
minhas e dos colegas. Procuro incentivar a criatividade com tarefas de músicas,
dança e teatro. Onde eles possam ser os atores e também diretores e criadores
das falas, coreografias.
c. Que marcas da sua prática pedagógica
você gostaria de deixar nos seus alunos?
Gostaria que eles
lembrassem de mim como uma professora aberta a críticas e incentivadora da
autonomia e criatividade.
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Memórias tecnológicas na escola
Esta semana, produzimos um texto coletivo, sobre nossas memórias escolares. Eu e minhas colegas Liris, Izabel, maria Cristina e Patrícia, refletimos sobre o assunto e o texto ficou assim.
Nos últimos
anos os avanços científicos e tecnológicos foram os responsáveis pela
rápida mudança em nossa sociedade. Com a rapidez de informação a maneira como
nos relacionamos com os demais foi alterada e essas mudanças podem ser
percebidas na escola.
A escola
está inserida neste contexto, nesta sociedade e com tal reflete estas
contradições e repetições. Se por um lado nossas escolas parecem estagnadas no
tempo, por outro os alunos que frequentam estas instituições estão conectados
com um mundo diverso, mundo este que muitas vezes não se encontra refletido na
escola.
Devemos
criar espaço para a discussão e para o uso destas tecnologias, e não fingir que
elas não existem. As mídias (televisão, computador, rádio) e as tecnologias são
recursos que facilitam nosso dia – a – dia, não apenas em casa , mas também com
nossos alunos. Elas servem para despertar o interesse do educando pra as
problemáticas propostas durante as aulas.
Muitas
vezes é no Laboratório de Informática da escola que os alunos terão seus
primeiros contatos com o chamado “mundo virtual”,
O aceso as tecnologias tornou-se essencial ao desenvolvimento
social,cultural e intelectual. Cada momento em que uma tecnologia nos é
apresentada a evolução se faz presente, a comunicação nos conecta aos recursos
para que possamos interagir com o meio que nos cerca, fazer parte da inclusão
com novas tecnologias fazendo a diferença no meio e no mercado de trabalho.
Quando fomos apresentadas ao giz, mimeografo, e outras tecnologias de nossa
época, também ficamos entusiasmados.
Certas tecnologias que
utilizamos em nossa infância atualmente tornaram-se corriqueiras, mas tiveram
um impacto em determinada época. Atualmente o avanço tecnológico acontece de
maneira muito rápida, onde a escola ainda em desvantagem , com tantas
novidades.
Com o avanço da
tecnologia com o passar dos anos tem seus prós e contras, quando falamos em
tecnologias que ajudem a beneficiar o andamento e a vivencia do ser
humano, na educação, na vida pessoal e profissional.
Nas salas de aula,
proporcionando facilidade aos alunos na aprendizagem, mas ao mesmo tempo
esquecendo os verdadeiros princípios da aprendizagem e do
conhecimento, exemplo, no meu tempo de aluna tínhamos que saber a tatuada
da ponta da língua, hoje o aluno não necessita saber, mas sim, saber onde
encontrar, no celular, nas tabelas, enfim, dificultando
seu raciocínio na hora da realização dos exercícios. Alunos que levam para
suas escritas, costumes apresentados no watts, mas ao mesmo tempo, celulares
com internet, facilitando a utilização para pesquisas e dúvidas tiradas em
sala de aula
Antigamente
tínhamos que saber os números dos telefones celulares das pessoas para
ligar, hoje se não tivermos em mãos o aparelho não sabemos, as vezes
me pergunto, onde está a aprendizagem pois os alunos não precisam mais pensar,
tem a tecnologia para ajudar.
Mais importante que
equipar as escolas é incentivar os professores na apropriação dos novos
recursos assim como a construção de conhecimentos dos alunos. Que a utilização
destas tecnologias sejam um facilitador no momento da apropriação
do conhecimento, tanto para o docente como para o educando, sendo bem
aplicada na educação toda a comunidade escolar será beneficiada por ela.
sábado, 24 de março de 2018
INTRODUÇÃO ÀS MÍDIAS NA EDUCAÇÃO
Nos
últimos anos os avanços científicos e tecnológicos foram os responsáveis pela rápida mudança em nossa
sociedade. Com a rapidez de informação a maneira como nos relacionamos com os
demais foi alterada e essas mudanças podem ser percebidas na escola.
A
escola está inserida neste contexto, nesta sociedade e com tal reflete estas
contradições e repetições. Se por um lado nossas escolas parecem estagnadas no
tempo, por outro os alunos que frequentam estas instituições estão conectados
com um mundo diverso, mundo este que muitas vezes não se encontra refletido na
escola.
Devemos criar espaço para a discussão e para o
uso destas tecnologias, e não fingir que elas não existem. As mídias (televisão,
computador, rádio) e as tecnologias são recursos que facilitam nosso dia – a –
dia, não apenas em casa , mas também com nossos alunos. Elas servem para
despertar o interesse do educando pra as problemáticas propostas durante as
aulas.
Muitas
vezes é no Laboratório de Informática da escola que os alunos terão seus
primeiros contatos com o chamado “mundo virtual”,
A
escola onde trabalho está localizada em uma área bastante carente, é nos
computadores da escola e na internet que os educandos tentam pesquisar para
elaborar seus projetos e trabalhos. Infelizmente não temos mais uma pessoa
responsável pelo laboratório, a conexão é de péssima qualidade, muitas vezes
está fora do ar. Sempre que preciso utilizar um recurso de mídia, uso o
projetor, para passar algum vídeo pré-definido, ou combino com os alunos e eles trazem seus celulares para podermos
realizar as pesquisas em aula.
Acredito
que além da melhora na infraestrutura, precisamos também nos reciclar enquanto
professores, elaborar um planejamento com objetivos coletivos para que possamos
integrar a escola e nossas aulas no contexto que está se apresentando na
sociedade atual.
segunda-feira, 19 de março de 2018
Escolas Democráticas
Após assistirmos o vídeo, fomos convidados a fazermos uma reflexão:
Segundo Piaget, as
aprendizagens se dão a partir de provocações trazidas pelo chamado
“provocador”, que neste contexto podemos dizer que somos nós, professores. Nas
aulas do professor de artes, que observamos no filme, vemos essa função sendo
desenvolvida por parte dele, as provocações, desafios e mais do que isso, um
olhar diferenciado para cada aluno, visto que não somos todos iguais e não
aprendemos da mesma maneira. Já o desenvolvimento está ligado ao
desenvolvimento de nosso corpo, biológico, como nos diz Piaget, “o
desenvolvimento é o processo essencial e cada elemento da aprendizagem ocorre
como uma função do desenvolvimento total, em lugar de ser um elemento que
explica o desenvolvimento (1972)”. Desenvolvimento e aprendizagem andam juntos
e se completam. São duas faces da mesma moeda.
Ao ler o texto de
Morin, refleti sobre como é impressionante que a educação, que visa transmitir
conhecimentos ,seja cega quanto ao que é o conhecimento humano no seus
dispositivos, enfermidades, dificuldades, tendências ao erro e a ilusão, e não
se preocupe em fazer conhecer o que é conhecer. O conhecimento não pode ser
considerado uma ferramenta a ser utilizada sem que sua natureza seja examinada.
Dessa maneira, o conhecimento do conhecimento deve aparecer como necessidade
primeira, que serviria de preparação para enfrentar os riscos permanentes de
erro e de ilusão, que não cessam de parasitar a mente humana. Trata-se de armar
cada mente no combate vital rumo à lucidez.
O vídeo que assistimos
em aula, nos mostra escolas com diferentes organizações, mas que mostram a
mesma realidade. Escolas onde o aluno é mero ouvinte, onde não há uma ligação
com o cotidiano, fazendo com que esse aluno perca o interesse pelas aulas e
pela escola.
Como
bem nos coloca Paulo Freire, Não há comunicação sem dialogicidade, portanto ela
se torna essencial, principalmente a nos educadores que temos na comunicação
nossa principal ferramenta de trabalho. Ele fala sobre sua visão de mundo e a
nossa participação enquanto seres humanos neste mundo, complexo, tecnológico,
político. Segundo o autor:
“
É que há um diálogo invisível, prévio, em que não necessito de inventar
perguntas ou fabricar respostas. Os educadores verdadeiramente democráticos não
estão-são dialógicos. Uma de suas tarefas substantivas em nossa sociedade é
gestar esse clima dialógico”. (FREIRE, 2000, P. 81)
Para que nossos alunos
tenham essa autonomia, devemos reestruturar o currículo de nossas escolas,
devemos incluir atividades que primem pela autonomia, pela relação com o
cotidiano, para que formemos cidadãos e não meros espectadores da sociedade.
REFERÊNCIAS:
FREIRE, Paulo.
Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
_____________. A sombra
dessa mangueira. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
MORIN, Edgar. Os sete
saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 5ª ed. 2012.
PIAGET, Jean. Development and learning. In LAVATTELLY, C. S. e STENDLER,
F. Reading in child behavior and development. New York: Hartcourt Brace
Janovich, 1972. (Trad.: Paulo F. Slomp, prof. FACED/UFRGS. Revisão:
Fernando Becker, PPGEdu-UFRGS)
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