Durante o ano trabalhei muitas atividades práticas com meus alunos do primeiro ano.
Quando trabalhamos as figuras geométricas, procurei trabalhar as figuras planas e os sólidos, para que eles percebessem o quanto próximas de nós estão essas figuras. O resultado foi ótimo.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Números e operações
Este ano tenho uma turma de
primeiro ano, então quando estava me preparando para as aulas passei a me
perguntar como faria para introduzir os números e operações matemáticas para
meus alunos.
Procurei mostrar a eles que
os números e cálculos estão ao nosso redor, mesmo não nos dando conta estamos
calculando quando dividimos as balas entre os colegas, formamos grupos para as
atividades ou quando contamos quantos passos foram necessários para chegar em
determinado lugar. Procurei usar exemplos cotidianos para introduzir a matemática
em suas vidas.
Acredito que o texto veio corroborar
i que já procurava fazer. Ele diz que devemos levar em consideração os
conhecimentos prévios de nossos alunos e aproximar as operações de seu
cotidiano, de suas práticas diárias.
Também o uso de materiais
variados auxilia na compreensão das operações. Não devemos utilizar os mesmos
métodos, de fixação.
O tempo no espaço escolar
Uma das marcas das mudanças atuais é a mudança na noção de
tempo. O tempo deixou de ser pensado de
forma linear, agora ele é simultâneo, os eventos ocorrem ao mesmo tempo,
simultaneamente.
A partir disso, percebemos que a escola foi concebida no tempo
linear e desta maneira, está tendo dificuldade em se adequar a essa mudança na
noção de tempo. Contudo, os espaços escolares não são neutros e refletem essa
mudança, já que os sujeitos/alunos, vivem esta mudança de paradigma
diariamente.
Essa linearidade do tempo escolar faz com que as crianças não se
enquadrem, já que por este pressuposto todas aprendem da mesma forma e ao mesmo
tempo.
A rigidez com que o tempo é tratado dentro da escola não atende as
particularidades do sujeito.
Por isso acredito que o tempo em sala de aula deixou de ser o de
cumprir tarefas, seguir o calendário, realizar as atividades. Hoje devemos
desafiar o aluno a construir seu conhecimento de forma critica.
Apoiado nisso, devemos nós educadores também termos nosso tempo.
Tempo de reflexão, não apenas sozinhos, mas com o grupo de nossas escolas,
professores, direção, setor pedagógico, enfim, todos os âmbitos da esfera
escolar.
Memórias
"Uma
memória organizada por fotos se apresenta como possibilidade de aprendizagem ou
indica possibilidade de manipulação?
Acredito que a fotografia pode ser usada como
fonte de memória, contudo, não devemos tê-la como impressão absoluta da
realidade. Pois, assim como nossa memória ela também pode selecionar
determinados fatos.
Nos dias atuais os recursos das fotografias
digitais, fazem com que seja cada vez mais difícil vera “verdade” sob a
fotografia.
Não podemos esquecer que toda memória, como
diz no texto de Adair Felizardo, é fundamentalmente a “recriação do passado”. E
esta, como escolhida para figurar entre nossas memórias, tem uma finalidade
pré-determinada.
Penso que o papel da fotografia é ativar a
memória de determinado lugar de determinado tempo. A partir dela podemos descrever
e caracterizar um tempo passado.
Escolas Asas e escolas gaiolas
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Escolas Gaiolas
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Escolas Asas
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Feitas
para pássaros desaprenderem a voar
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Não
amam pássaros engaiolados
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Para
que fiquem sob controle
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Amam
pássaros em vôo
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Tem
dono
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Dão
aos pássaros coragem para voar
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Podem
ser levados onde o dono quiser
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Deixam
de ser pássaros pois perdem sua essência, o vôo.
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3
O
autor fala que, para a maioria das pessoas ter uma boa educação é aprender os
conteúdos transmitidos na escola. concordo com ele quando ele diz que isso não
é educação. Educar é dar subsídios para que meu aluno consiga resolver seus
problemas cotidianos e mais do que isso, dar a eles meios de se sentirem
felizes e plenos enquanto seres pensantes e sociais.
4
Uma das postagens que fiz foi sobre um projeto que
realizei com meus alunos do oitavo ano sobre brinquedos antigos. Fiquei muito
feliz com o resultado pois, as alunas ao colocarem e pratica o projeto puderam
interagir com os alunos dos anos iniciais do ensino fundamental. A troca de
experiências e de vivencias que elas tiveram naquela tarde tenho certeza, serão
levadas adiante em suas vidas.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Resgatando brinquedos antigos - Parte III
Após o levantamento de dados, a confecção e a aplicação dos brinquedos, as alunas apresentaram o trabalho na Feira Multidisciplinar na escola.
Não passamos para a etapa municipal mas, fomos muito elogiadas e as alunas gostaram tanto do projeto que decidimos dar prosseguimento ao projeto ano que vem.
Queremos pôr em prática e fazer com que as crianças da tarde não só produzam os brinquedos, como também brinquem mais tempo ao ar livre.
Não passamos para a etapa municipal mas, fomos muito elogiadas e as alunas gostaram tanto do projeto que decidimos dar prosseguimento ao projeto ano que vem.
Queremos pôr em prática e fazer com que as crianças da tarde não só produzam os brinquedos, como também brinquem mais tempo ao ar livre.
Ver e olhar
Nós enquanto educadores
devemos estar atentos ao que ocorre em nossa sala de aula, e não só o que se
refere aos conteúdos, mas também aos diferentes “mundos” que permeiam uma sala
de aula.
Acredito que devemos ter múltiplos
olhares para darmos conta desta pluralidade.
Por vezes nos deparamos com
alunos desmotivados, indiferentes e até mesmo agressivos e muitas destas vezes
as razões estão fora da escola. Em casa, com a família ou amigos.
O olhar necessita de atenção
especial, dedicação, tempo para dispender nesta tarefa. É colocar-se no lugar
do outro, sentir seus medos e alegrias.
Esse olhar desenvolvemos
diariamente, quando percebemos que os problemas de nossos alunos estão além dos
muros da escola.
Assim percebemos as
situações e as entendemos assim como passamos a entender nosso aluno.
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